‘Fura fila da vacina’: MP abre investigação, e 2 PMs de Assis são afastados…

O Ministério Público vai apurar a suspeita de que o 32º batalhão da Polícia Militar, de Assis (SP), tenha abrigado um esquema de fraude de aplicação vacinas contra a covid-19.

A Secretaria da Segurança Pública informou que foram afastados do serviço operacional dois oficiais da corporação que teriam envolvimento na ação. Como informou o UOL, a suspeita é que pelo menos 20 familiares de oficiais da PM local tenham sido vacinados de maneira irregular, dentro do batalhão, no dia 7 de abril deste ano.

Ao todo, 62 pessoas são alvo de apuração do MP por suspeita de ter furado a fila da vacina na cidade, entre elas, policiais e civis

Por meio de nota emitida, a SSP afirmou ter recebido “com perplexidade a informação de que familiares de policiais teriam recebido doses da chamada “xepa” (algumas doses restantes de três frascos já abertos ao final das atividades de vacinação) contrariando determinações claramente emanadas pelo comando da Polícia Militar”.

A pasta informou o afastamento de dois oficiais do batalhão ao justificar que “a instituição não compactua com desvios de comportamento e o caso está sendo rigorosamente apurado”. Anteriormente, por meio de nota, a PM havia afirmado que seguiu todas as recomendações do PNI (Programa Nacional de Imunizações) e do PEI (Plano Estadual de Imunização) para vacinação contra a covid e que os protocolos técnicos de ambas as instâncias “preveem o aproveitamento de doses remanescentes em frascos abertos ao fim do expediente de imunização, se houver”

Prefeitura de Assis responsabiliza PM

A Prefeitura de Assis enviou ao Ministério Público uma lista com todos os imunizados no batalhão, a pedido da Promotoria. “Urge esclarecer que o município de Assis não participou de nenhum critério ou avaliação de elegibilidade para a vacinação dos profissionais de segurança pública”, afirmou a gestão municipal. Ainda de acordo com a prefeitura, “todo o direcionamento, local e horário, organização da fila, pré-cadastramento e registro no sistema VaciVida ficou de total responsabilidade da Polícia Militar e da equipe da Penitenciária de Assis”

“Coube ao município apenas realizar a aplicação do imunizante em parceria com a Grupo de Vigilância Epidemiológica do Estado, pois a Polícia Militar não tinha profissional qualificado para este fim. Já a Penitenciária de Assis, que dispõe de uma equipe de saúde, realizou a aplicação da vacina de seus servidores”, complementou.

fonte: Uol

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